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Desde a inauguração, a empresa cresceu e evoluiu focada na distribuição de acessórios para satisfazer seu desejo de personalização e exclusividade. Nosso objetivo é promover sua comodidade, inspirar mudanças de atitude que garantam prazer ao ver a transformação do seu veículo com os acessórios da Tuning Car Extreme.
Atuamos em São Paulo, com a loja virtual que atendemos consumidores do país. Nosso objetivo é garantir que seu desejo seja realizado e seu veículo personalizado. Além de todos os produtos comercializados, nossos serviços alinham aos seus anseios de mudança. Isso resulta em uma combinação sob medida para nossa empresa e para você.
Nossa maior alegria é tê-lo como cliente.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PORQUE OS CARROS DO JAPÃO NÃO POSSUIEM NOMES JAPONES

 
Uma dúvida que eu tinha há anos: por que os carros 
japoneses, mesmo os que não são exportados, têm os 
emblemas em letras do alfabeto latino? Por que eles não têm 
seus nomes caracteres japoneses cromados? Na noite 
 passada, eu finalmente descobri.

Sempre foi assim com os carros japoneses, desde o começo. 
Pode procurar carros japoneses da década de 30, de 60, de 80, 
quando for, e você verá que, em todos eles, os emblemas cromados
 sempre usam letras ocidentais. Sempre.

Nos catálogos, anúncios e materiais promocionais, você até encontra
 Kanji, Katakana ou os caracteres chineses adaptados que o Japão usa, 
mas nunca no carro em si. Nunca fez sentido para mim, portanto gostei
 muito de estar em um evento da Nissan, onde o guru do
 design da marca, 
Shiro Nakamura, perambulava tranquilamente desacompanhado,
 e eu pude abordá-lo e ver o que ele achava.

Shiro Nakamura entendeu na hora aonde eu queria chegar.
 Ele confirmou que os carros japoneses jamais — e ele 
foi categórico no “jamais” — terão emblemas com seus
 nomes em japonês, só em letras ocidentais. Ele explicou que, 
entre os idiomas, o japonês é um dos mais receptivos com palavras
 emprestadas de outras culturas e línguas.

Claro, outras línguas fazem isto também. Mas a gente,
 por exemplo, costuma aportuguesar as palavras para
 torná-las mais compatíveis com nossa língua. Os japoneses 
fazem bem menos adaptações forçadas, e muitas vezes até
 mantém os caracteres originais de algumas palavras.

Isto se deve, Nakamura me explicou, à localização do Japão.
 O país fica no extremo oriente do mundo. Uma pequena ilha em
 forma de parênteses no litoral da Ásia. O resultado é que o Japão
 gosta muito, muito mesmo, dos conceitos e ideias emprestados de 
culturas estrangeiras, porque lá a noção geral é que eles estão
 bem no fim do mundo. Eles respeitam ideias estrangeiras ao ponto
 de quererem que as palavras usadas em sua linguagem mantenham
 a personalidade de onde os conceitos originais vieram.

O primeiros carros do Japão vieram de países anglófonos, e certamente
 estes países usavam o alfabeto latino. Como resultado, nosso alfabeto 
agora é fortemente associado aos carros na cultura japonesa, e a ideia
 de usar outra coisa que não o alfabeto latino para escrever o nome de 
um carro é simplesmente absurdo para o povo japonês.

Este fenômeno acontece só no Japão
Carros chineses, por exemplo, sempre
 têm emblemas
 em chinês, como aquele
                                                                  Chery ali em cima.

E é por isso que um Juke

 ou Fairlady Z japoneses sempre
 serão um “JUKE” ou um “FAIRLADY”, 
mesmo que eles nunca saiam do Japão.
 É porque os japoneses respeitam a origem
 das coisas, e honram estas origens com a língua delas.



POR - JASON TORCHINSKY
21 AGO, 2013 - 15:34

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